segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Oficinas


·         1 mês de formação básica (48h mensais), divididas em 3 dias semanais (segundas, quartas e sextas), com 4 horas de curso cada dia;

·         2 horas no último sábado de cada mês para a avaliação teórico/prática;

·         Cada mês serão selecionadas 12 empregadas para a realização do curso (mediante o número de fichas de inscrição para a participação)



OFICINAS

1.      Espiritualidade

2.      Alfabetização

3.      Nutrição

4.      Culinária

5.      Limpeza

6.      Etiqueta

7.      Direitos e deveres

8.      Terapia Ocupacional

9.      1ºs Socorros


sábado, 18 de agosto de 2012

Oficinas


ANALISE DA SITUAÇÃO:

Ao nosso Centro Social, vem todo tipo de pessoas, principalmente com o desejo de serem escutadas e de arranjar de imediato um emprego. Algumas nativas de São Paulo das áreas mais marginalizadas, outras são do interior do País. Muitas casadas ou com filhos mesmo sendo algumas muito novas ou jovens.

Também na sua maioria sem noções de cidadania, higiene, direitos etc. e outras são analfabetas. Trazem pouco conhecimento do uso de artefatos elétricos e outras não sabem cozinhar os pratos simples do povo paulista etc. A situação de muitas é promiscua. 

NOSSA PRIORIDADE É ATENDER:

·         As “empregadas domésticas” e as jovens trabalhadoras, dando atenção as suas necessidades.

 OBJETIVOS GERAIS:

·         Proporcionar-lhes uma capacitação Professional adequada.

·         Potenciar as suas atitudes de reflexão, de sentido crítico e de responsabilidade perante o trabalho.

·         Fomentar a dimensão social da sua vida e profissão, de tal modo que possam trabalhar pela paz e pela justiça, dignificando este campo de trabalho específico.

·         Dar a conhecer a obra da Congregação;

·         Diferenciar nosso Centro Social das Agências de empregos;

·         Oferecer estas oficinas como ferramentas para que as jovens empregadas possam entrar no campo de trabalho como dependentes ou independentes do mercado laboral.


terça-feira, 14 de agosto de 2012

O que são?


Nossos Centros Sociais

“Temos que reconhecer na criação desta Congregação uma Obra da Divina Providência que na medida das necessidades dos tempos envia remédios oportunos...” (Sta. Vicenta Maria)

 Analise da realidade
De acordo com os dados oficiais, a categoria do trabalho doméstico no Brasil reúne no final de 2010, um contingente de 7,2 milhões de trabalhadores domésticos, em sua expressiva maioria mulheres, um 95%. Trata-se de uma categoria sócio-profissional extremamente significativa numericamente, representando 7,8% da População Economicamente Ativa. Se considerarmos apenas o conjunto das mulheres ocupadas no país, 17% das mulheres empregadas são trabalhadoras domésticas. Mais de 70% das trabalhadoras domésticas brasileiras não têm carteira assinada.Temos que considerar que ainda que entre os desempregados, segundo os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) 54% dos desempregados são jovens entre 18 e 29 anos.

                                                                     Centro social RMI

Em nosso trabalho social tomamos como base este panorama de conseqüências sociais e pessoais do desemprego e da exclusão,como informalidade do trabalho, dificuldades para a efetivação dos direitos, fracasso escolar, Professional e social a que está submetida boa parcela da população jovem e o fenômeno e promoção, oferecidas aos jovens pelo poder público e a iniciativa privada.

É nosso pano de fundo também uma concepção cristã do trabalho, que o assume como dom, como elemento de realização pessoal, vivido como participação na obra criadora e redentora de Deus. (comentário Plano Pedagógico das RMI)

Entretecendo a relação entre estes dois aspectos é que o Centro Social desenvolve suas ações, relacionados a outros projetos e setores da Entidade, desde a qual se insere a missão carismática da Congregação, cujo centro é a jovem que se prepara para o trabalho, em especial o trabalho domestico.

Para a realização dos objetivos a que se propõem as Religiosas de Maria Imaculada, as empregadas domésticas e demais jovens trabalhadoras, os empregadores, e todas as pessoas que aqui colaboram, se comprometem, segundo suas atribuições específicas, cômo AGENTES de TRANSFORMAÇÃO SOCIAL.